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Criatividade Fotografia

Sugar Series por Emily Blincoe

A fotografa Emily Blincoe é sem dúvida uma apaixonada por cores. Só uma passadinha em seu tumblr ou flickr e você já pode perceber as belas sessões que a moça fotografa tendo cores como tema. Um de seus trabalhos mais novos, é a série “Sugar Series” onde ela escolheu doces (lindos e aparentemente deliciosos) separados pela cor. Vamos conferir? 

Todos ficaram com uma composição incrível e parecem bem apetitosos. Fiquei super curiosa pra experimentar os doces turquesas e  pretos! Vocês tiveram algum preferido?!

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Camila Waz

Se eu pudesse definir quem eu sou em uma expressão, seria essa: Web lover! E esse meu louco amor pela web (principalmente por blogs) ajudou a fundar o MidiaDrops. Sou estudante de Comunicação em mídias digitais na UFPB e também sou web designer! Além disso, sou chocólatra, louca por música, viciada em twitter e em tudo quanto é rede social!

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Áudio & Vídeo Séries

O aniversário de dez anos de The OC

Semana passada, umas das melhores séries teens dos anos 00s fez 10 anos de estréia. 10 anos? Sim, o primeiro episódio de The OC foi ao ar pela primeira vez em agosto de 2003! Pra quem nunca viu, a história era sobre uma família rica da Califórnia, os Cohen, que resolveu adotar um adolescente vindo de um lar problemático, Ryan Atwood, e teve que aprender a lidar com esse novo filho (enquanto o próprio Ryan tentava se adaptar à nova realidade). Cancelada em 2007, na 4ª temporada, ela deixou saudades e fãs revoltados (Marissa Cooper, alguém?), e já que é seu aniversário, que tal relembrar alguns motivos que  faziam The OC ser tão boa? 
A família Cohen

Série teen legal de verdade nunca é só sobre os teens, e The OC sabia disso. Sandy e Kirsten Cohen eram os pais sensatos, inteligentes e legais que todo mundo queria ter, e já na abertura dava pra ver a importância do casal na série. Eles eram ótimos com Seth (era hilário ver Sandy dar conselhos amorosos ao filho ou Kirsten tentando fazer com que ele socializasse), e com o tempo, também se tornaram pais incríveis e amorosos com Ryan. Além de melhor dinâmica, os Cohen ainda tinham os melhores Natanukkahs (mistura de Natal com Hanukkah, uma das fofuras de Seth) e os melhores cafés da manhã.
(e abraços fofos também)

A abertura

Toda série boa tem uma abertura memorável. A de The OC mostrava cenas do Orange County (condado onde fica a cidade de Newport, cenário da trama) e dos personagens, mas o que a tornava boa mesmo era a música. “California”, da banda Phantom Planet, já tocava em algumas rádios antes da série, mas só se tornou hit mesmo quando virou o tema da família Cohen. Era impossível escutar o refrão e não cantar junto.

                              

A trilha sonora

Se o começo era bom, o desenrolar era melhor ainda. Coldplay, Oasis, Keane, Interpol, Kasabian, Kaiser Chiefs, Beck… A trilha sonora de The OC era composta, basicamente, por músicas de bandas indie, algo que virou comum nas séries seguintes produzidas em Hollywood. O criador da série, Josh Schwartz, fazia questão de usar suas bandas favoritas como trilhas e referências (o que rendia inúmeros diálogos a respeito de bandas que apenas Seth Cohen ouvira falar). Na segunda temporada, Schwartz conseguiu um jeito de colocar a música diretamente na história: criou o bar Bait Shop, e nele tocaram bandas como Death Cab For Cutie, Modest Mouse, The Subways e até The Killers! No vídeo dá pra ver a banda tocando Mr. Brightside:

                               

Seth e Summer

O Seth tentou com a Anna e a Alex, a Summer tentou com o Zach, Ryan e Marissa tentaram durante três temporadas, mas o melhor casal da série era mesmo Summer e Seth. Ele tinha uma paixão platônica por ela desde criança, ela nem sabia que ele existia. Ele era nerd e sarcástico e ela uma patricinha que nem sabia o que era ironia, mas depois de se conhecerem de verdade, acabaram se apaixonando e virando a dupla mais fofa de Newport. 
Até no capitão Oats e princesa Sparkles eles combinavam!

Seth&Summer era definitivamente uma das coisas mais legais em The OC, e essa cena, uma das mais famosas da série (ao som de Champagne Supernova!), é uma prova:

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Raíza Pacheco

Estudante de Jornalismo da UFPB, quis ser jornalista por causa da Lois Lane (mas não contem aos meus pais). Louca por cultura pop, onipresente na internet, fã do drama e rainha dos exageros, assisto mais televisão do que o normalmente aceito pela sociedade, e se você não gosta de séries, senta aqui que precisamos ter uma conversa séria.

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Variedades

Quatro motivos para jogar Saints Row 4

Jogos de Mundo Aberto tendem a ser jogos atrativos para grande parte do público pelas inúmeras possibilidades que eles apresentam. A possibilidade da não-linearidade da história dá a sensação de liberdade total, o jogador pode escolher para onde vai e o que fazer em praticamente todo o tempo. São inúmeros títulos que seguem este estilo de jogo mas o primeiro nome que nos vem na cabeça ao se pensar em open world (sem um pingo de dúvida) é GTA. A franquia Grand Theft Auto da Rockstar possui uma infinidade de fãs ao redor do mundo que, atualmente, esperam ansiosos pelo lançamento de GTA 5. E por ser um grande sucesso, várias empresas espelham seus jogos no “estilo GTA” de ser. E um destes jogos está a uma semana de ganhar mais um capítulo na sua história. Estou falando de Saints Row 4.

Saints Row é um jogo de mundo aberto praticamente igual a nos moldes de GTA. Desde o primeiro jogo, ele é bem recebido pela crítica especializada e pelo público. A história da franquia se baseia em disputas de gangues pelo controle da cidade onde o jogo se passa. No primeiro capítulo, seu personagem entra para a gangue The Saints e vai cumprindo missões até evoluir junto dela. No terceiro jogo da franquia, a gangue já possui um status de “heróis nacionais” com vários produtos licenciados, desde roupas a bebidas. Mas o que podemos esperar do quarto jogo? Vou dar 4 motivos para você “esquecer” GTA 5 e se juntar aos Saints:

(Obs.: Se você é uma criança mimada que só enxerga gráficos nos jogos, por favor, não continue lendo. É sério! Tenho motivos maiores que “apenas” gráficos.)

  1. Nada de novo, tudo de engraçado!

Um dos principais diferenciais entre as franquias citadas é que Saints Row é um jogo onde o bom humor está presente em praticamente todos os momentos. Do início ao fim é possível jogar rindo das situações mais inusitadas e bizarras. Particularmente, quando joguei Saints Row: The Third, me apaixonei de cara e confesso que praticamente esqueci que GTA existia. Desde movimentos, armas, roupas e até as missões, Saints Row busca os mais variados elementos para que o jogador tenha prazer em jogar.

É verdade que Saints Row pouco inova, principalmente se compararmos com a franquia GTA (inclusive, existem boatos que o quarto jogo da série nada mais é que um apanhado de DLC’s do terceiro jogo que não foram lançadas), mas a grande sacada da Volition é usar bem aquilo que todos conhecem e juntar em um jogo onde é possível se divertir mesmo que você não queira.

2. Evolução da história da franquia

Grand Theft Auto tem uma história legal. Apesar da maioria dos jogos possuírem protagonistas diferentes, as histórias são sobre caras que estavam presos, querem vingança, blablabla whatever. Uma das coisas mais legais é que em SR4 será possível ver a evolução máxima (até então) da história inicial. Como disse anteriormente, no primeiro jogo você entra para gangue e ajuda-os a conquistar territórios na cidade; No segundo jogo, você continua nessa pegada, mas termina livrando a cidade de uma corporação malígna chamada Ultor, que quer destruir a cidade para recontrui-la as custas dos mais pobres e dar lucros aos acionistas da empresa. Já no terceiro game, é possível ver os Saints como heróis da cidade (apesar de continuar sendo uma gangue). Desta vez você vai enfrentar além das gangues que querem destruir os Saints, você enfrentará uma força especial do Governo dos Estados Unidos (desculpa, mas é difícil falar pouco sem dar spoiler).

Já em Saints Row 4, você irá jogar como o lider dos Saints que agora não só “dominam” a cidade. Você será o PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS! E irá combater uma ameaça completamente diferente: alienígenas! Portanto, se nos outros jogos as possibilidades eram gigantescas (e inimagináveis, como enfrentar uma horda de zumbis), agora então fica praticamente impossível imaginar o que vamos poder enfrentar.

3. Grandes poderes trazem grandes responsabilidades estragos!

Como o foco é o humor sem limites, Saints Row 4 promete repetir a fórmula do terceiro jogo e proporcionar muita ação sem noção. Além das armas normais que provavelmente poderão ser evoluídas como em SR3, outras armas e poderes aparecerão neste episódio. A Dubstep Gun será uma arma que deixaria o pessoal do Black Eyed Peas maluco. Ela soltará raios capaz de fazer os inimigos começarem a dançar! Já a Inflate-o-Ray promete inflar a cabeça do alvo até explodir. E o que também já foi confirmado foi a utilização de super poderes como telecinese, raios de gelo soltados pelas mãos e super velocidade! Sério, não preciso nem comentar sobre isso. E existe a possibilidade de outras armas incríveis que ainda não foram reveladas!

Dubstep Gun em ação!

4. Pré-venda e preço

E o quarto motivo que listarei para vocês é em relação ao preço. Se você quiser adquirir Saints Row 4 na pré-venda, irá pagar cerca de R$ 84,90. Um preço relativamente bom para um jogo que te garantirá muitas horas de diversão, ainda mais se você quiser os 100% dele. Minha dica fica por conta da promoção da plataforma Steam. Lá, além deste preço e liberação do jogo em 20 de Agosto, eles darão um pacote com DLC’s exclusivos do jogo que incluem armas, uma roupa do Tio Sam e um Avião com pintura de falcão.

Imagens da promoção na Steam

Saints Row 4 será lançado dia 20 de Agosto, próxima Terça para PC, Playstation 3 e Xbox 360. Não sei vocês mas já garanti meu exemplar de Saints Row 4 e não vejo a hora de me divertir muito na pele do presidente norte-americano mais foda poderoso depois do incrível Abraham Lincoln! E para vocês ficarem um pouco mais com água na boca, indico o Saints Row 4 Inauguration Station. Uma espécie de demo do jogo onde você pode personalizar seu personagem para quando o jogo sair você utiliza-lo lá.

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Rafael Godoy

Pós-Graduado em Criação Multimídia pela Faculdade Estácio / iDez (João Pessoa/PB) e graduado em Relações Públicas pela UFPB. Atualmente, sou. Trabalho como Designer Gráfico desde 2004. Aqui você me verá escrever sobre Design e sobre Games, mas não se surpreenda se encontrar outros temas. Aliás, muito prazer. Este sou eu.

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Criatividade Design

Foca na experiência

“Quando uma marca vai além da Usabilidade.”
Na hora do design em nossos tempos atuais já é corriqueiro falarmos de conceitos como definição minuciosa de Target, planejamento a longo prazo, apresentação de métricas, usabilidade e etc.
Mas existe um campo no projetar comunicação e marketing que quase sempre é esquecido,m e que, em um mundo repleto de estímulos a experiência da utilização de um objeto de comunicação é o que contará na decisão do consumidor.

Ok? Mas como fazer isso?

A proposta é simples: pensar fora da caixa. Ir muito além do briefing.

Na hora de receber uma solicitação tente entender como o consumidor daquele objeto de comunicação/marketing/design ingere aquilo. Claro que, para isso, é vital conhecer ele. Classe social, estilo de vida, os grupos que participa onde, como e com o quê ele se relaciona. Visualizar o consumidor (leia sempre CONSUMIDOR e não o cliente que te contratou) como um ser que vive em um ambiente hostil para consumo de marcas (múltiplos canais, telas, ambiente multi tasking, fuga de busca de padrões comportamentais) que são estes nossos tempos que contribuem para que na hora de desenvolver seu objeto você busque o impacto avassalador de conteúdo. “Até aí tudo bem mais eu só tenho mais o deadline tá batendo na porta”

Veja e revise o seu objeto. Crie pra ele uma linha. Aonde, como e de que forma ele foi feito para ser consumido? E nesse campo tenha uma certeza: NÃO EXISTEM REGRAS.
Por exemplo, esse site que você está ai fazendo: só porque é o usual da época ele obrigatoriamente tem que ser responsivo? Não. Claro que não. Pense além. Talvez teu site tenha que ser desenvolvido com letras garrafais exclusivas para pc porque o público que irá consumi-lo seja de usuários da 3ª idade, como um site de grupos turísticos para esse público. Talvez teu site tenha sido criado para ser consumido somente a noite. Talvez o anúncio que você está criando precise de muita informação, talvez não.

No projetar com base em experiência é importante considerarmos a atuação do seu projeto. Seguir as tendências como o “Mobile First” ou as novas paletas de cores da apple pode ser legal pra ganhar likes no pinterest. Mas talvez não faça o seu design vender. O que faz um produto vender é o quanto ele se adapta a sua vida, e se torna indispensável nela. Essa é a grande verdade. E quando a gente pensa que em design não é diferente, que precisamos além de todos os conceitos criativos e senso estético de termos skills de marketing em nosso projeto, as coisas podem se tornar mais fáceis.

Pora isso, mãos a obra. E foca na experiência!

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Diogo Gregório

Em dez anos como publicitário, Diogo foi do cafezinho da agência à área de planejamento, do setor de marketing ao departamento de arte final, até se dar conta do que faz de melhor: o processo criativo. Adora escrever, mas descobriu que amar não é o suficiente para uma relação madura. Resolveu ser feliz dormindo menos e ganhando pouco trabalhando com direção de arte.

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Áudio & Vídeo Séries

A série francesa que você precisa assistir antes que os EUA estrague com ela

Les Revenants foi lançada na França em 2012 e conquistou toda a Europa, foi um verdadeiro sucesso de crítica e público. A lista de países que já adquiriram a série é longa, ela inclui Israel, Brasil, Canadá e até Hong Kong. E, claro, nossos amigos americanos não podiam ficar de fora. Eles não só exibem a série original, como produzem um remake e negam que é baseado na série francesa. Típico. (Vide Elementary e Sherlock).

Em uma pequena e bela cidade do interior da França algo estranho está acontecendo. Pessoas que morreram estão voltando à vida, em carne e osso. Retornam às suas casas e amigos como se nada tivesse acontecido. Algumas morreram há muito tempo, outras há poucos meses. Mas ninguém entende porque esse fenômeno está acontecendo, e nem porque apenas algumas pessoas são escolhidas. Eles agoram precisam se reintegrar aos seus grupos depois de todas as mudanças ocorridas após suas mortes.

Símon (esquerda) morreu no dia de seu casamento com Adéle. Ela agora encontra-se prestes a se casar. Camille (ao centro) morreu há 4 anos e, quando volta, percebe o quanto sua irmã gêmea mudou. Victor (direita) está morto há mais tempo e parece compreender mais sobre sua condição que os outros.

A série é uma mistura de suspense e drama com certa melancolia. Mas não cai no clichê, nada de suspense barato ou atuações fracas. Pelo contrário, o elenco é incrível. O roteiro é muito bem construído e focado nos diálogos e nas relações entre vivos e mortos. A primeira temporada teve 8 episódios de 50 minutos, cada um deles recebe o nome de um personagem e se volta para a história dele. Eles são belos em sua maneria, complexos, tristes e sombrios e escondem sempre uma grande história. São muitos flashbacks e mistérios que vão se resolvendo e aos poucos se percebe como todos os personagens e suas histórias estão interligadas.


A segunda temporada de Les Revenants terá também 8 episódios. As filmagens estão confirmadas para fevereiro de 2014 e estreia, provavelmente, no segundo semestre.  


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Minna Miná

Estudante de Comunicação em Mídias Digitais na UFPB e ilustradora, publico meus trabalhos na internet desde 2008 e encontrei no meio uma forma de obter retorno e conhecer novos artistas. Adoro filmes, leio sobre filmes, faço resenhas sobre filmes aqui no blog e nas horas vagas, adivinhem só, amo ir ao cinema.