Um Feliz Natal (de H&M e Wes Anderson)

Que por aqui a gente adora Wes Anderson não é mais nenhuma novidade! O diretor se juntou com a H&M para criação de uma propaganda especial de Natal intitulada Come Together, que juntou o melhor dos dois mundos: as principais características dos filmes de Wes e a nova coleção da H&M. Pra temperar ainda mais a criação, o curta metragem ainda conta com Adrien Brody como o personagem principal (o maquinista Ralph).

As aventuras acontecem dentro de um trem – cenário que casou perfeitamente com o toque Wes Anderson de cores pasteis, personagens peculiares e planos simétricos. Aperta o play pra conferir:

É nesse clima que eu aproveito pra desejar um Feliz Natal 😉

 

Até breve!

 

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Abstract Affirmations Daily: Lettering e positividade

Projetos diários são extremamente desafiadores. Caroline (@ckelso) encontrou neles uma forma de transformar a sua vida. Através de projetos diários, a artista buscou melhorar suas skills em lettering e bem, deu certo! Caroline começou com a prática em 2013 e não parou mais. Hoje ela mantém o Made Vibrant e também um projeto de lettering chamado Abstract Affirmations Daily.

Cores, movimento, contraste, texturas, e claro, positividade, são as principais características das artes diárias de Caroline.

Abstract Affirmations Daily by @ckelso - MidiaDrops

 

Usando movimento, cor, contraste e texturas para transmitir uma mensagem, eu quero que meu trabalho represente uma forma de tirar do coração todas as coisas que nos prendem. Em outras palavras, eu quero que isso faça você se sentir livre. – Caroline

Abstract Affirmations Daily by @ckelso - MidiaDrops Abstract Affirmations Daily by @ckelso - MidiaDrops

O projeto de Caroline também tem uma loja online, onde as artes mais novas do Abstract Affirmations Dailys ficam disponíveis para venda. Pra saber como funciona, conheça o site do projeto.

Abstract Affirmations Daily by @ckelso - MidiaDrops

Combinando técnicas de desenhos abstratos em acrílico e hand lettering a artista está firme em seu projeto, o que significa que ainda teremos mais um semestre inteirinho de belas imagens para acompanhar. Pra isso, recomendo que vocês sigam a Caroline no Instagram.

Boa semana!

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Hoje não estou afim de trabalhar

Imagem por Nick Turner.

Imagem por Nick Turner.

Quem nunca disse isso?

Por mais incrível, maravilhoso e recompensador que seja o seu trabalho, todos nós já falamos isso pra nós mesmos (ou até para nossos amigos/colegas de trabalho). Sempre rola um dia de não estarmos afim de trabalhar ou de fazer alguma obrigação. Isso é, totalmente, um direito nosso.

Agora, não estar afim de fazer algo não tem nenhuma relação com NÃO FAZER o que você precisa fazer.

Uma coisa que a gente precisa entender sobre a vida é que nosso humor pessoal afeta diretamente todas as nossas atividades. Muitas vezes isso é bom – como é no caso de estarmos super empolgados por alguma notícia que recebemos, e aí trabalhamos com mais energia e disposição. Mas da mesma forma que a alegria afeta positivamente o nosso trabalho, a tristeza ou o tédio também afetam, mas de forma contrária.

Já repararam em programas de televisão – se é que alguém ainda assiste televisão :~ – que os apresentadores sempre estão dispostos e cheios de energia para entreter o público, fazer você rir em casa e receber seus convidados? Será que eles nunca tiveram essa sensação de não querer fazer o programa “ao vivo” porque não estavam afim? Com certeza! Mas eles não deixam que o sentimento pessoal deles interfiram no dia-a-dia de trabalho – ou pelo menos eles tentam ao máximo que isso não aconteça.

Quando trabalhamos para nós mesmos esse sentimento acaba sendo facilmente satisfeito com “um dia de folga”. A gente decide se desligar do trabalho por um dia tranquilamente, porque – claro! – eu que mando no meu tempo. E é aí que mora o problema, porque sem o devido controle acabamos entrando num ciclo vicioso de aliviar qualquer dia ruim com uma folga no trabalho.

Uma das partes mais difíceis em empreender é ter o auto controle das coisas. Está certo que somos nós que definimos nossa rotina, mas também somos nós que temos que cumpri-la, senão as coisas saem do lugar.

Tento me policiar ao máximo para não deixar que meus sentimentos pessoais interfiram, negativamente, no meu trabalho. É um esforço contínuo que você precisa fazer para conseguir executar as atividades normalmente.

Sempre vamos ter dias ruins na vida. Deixar que isso interfira na rotina de trabalho é perder o controle das coisas, ficar refém disso. E essa não é uma atitude empreendedora.

A pior sensação que alguém pode ter é de olhar para trás e perceber que poderia ter feito muito mais do que fez. Por isso, trabalhe no seu auto controle e evite deixar que essa sensação de não querer trabalhar algum dia interfira no seu desempenho profissional.

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Por que participar de comunidades pode mudar sua vida

Você já parou pra pensar nas comunidades que existem ao seu redor?

Se acomodar é muito fácil, você já percebeu, né? A nossa rotina não favorece – trabalho, faculdade, família – sempre as mesmas pessoas ao nosso redor. Falando da visão de produtora de conteúdo: isso é um saco. Muitas vezes é essa rotina acomodada que trás o famoso bloqueio criativo (um dos piores temores na vida de qualquer um que dependa de criatividade). Mas ouso arriscar que isso não é um problema só para minha área de atuação.

Entender as comunidades é muito fácil, a gente não precisa nem de grandes conceitos. Basta um grupo de pessoas unidas em algum espaço (físico ou virtual), dispostas a discutir sobre um ou vários interesses em comum.

Eu sou participante ativa de comunidades aqui na minha cidade, inclusive eu sou organizadora de uma (alô Women Techmakes João Pessoa), mas foi no 1º Meetup do Creators Paraíba que essa luzinha acendeu dentro de mim, e ela me disse que eu precisava falar sobre isso.

Comunidades - MidiaDrops - 1º Meetup Creators Paraíba

(imagem do 1º Meetup Creators Paraíba por Tot Coworking)

Já estou há um ano participando desse mundo. Fui a diversos encontros, sobre vários assuntos e já perdi as contas de quantas postagens fiz nos grupos das comunidades que eu escolhi participar. Mostrar que você pode ter a opção de fazer parte de um grupo desses é um dos aspectos mais relevantes dessa postagem. Pra estar em uma comunidade, na maioria das vezes você só precisa ter vontade, e pouca gente parece saber disso.

Espero que ao final desse texto vocês se sintam (ao menos) inspirados a conhecer esse universo, mas vamos ao que importa. Por que participar de uma comunidade pode mudar sua vida?

Conhecimento

Comunidades geralmente agregam pessoas com diversos níveis de conhecimento. A parte boa é que todo mundo pode ajudar no crescimento um do outro. Seja compartilhando um pouco do que sabe, tirando dúvidas ou até mesmo dando aulas para o grupo. Só vejo benefícios.

Colaboração

Tem uma ideia guardada na gaveta aí e não sabe como colocar pra frente? Compartilhe. Grandes colaborações podem surgir das comunidades. Geralmente as pessoas mais ativas nesses grupos estão sempre dispostas a contribuir com as ideias dos colegas.

Networking

Conhecer pessoas é essencial em qualquer meio de atuação. Se as pessoas conhecem você, seu trabalho e seu potencial de crescimento, com certeza você será lembrado em alguma situação. Networking pode te ajudar a alcançar vários objetivos, e até, quem sabe, trazer novas oportunidades de crescimento onde você não enxergava que existia.

Amizades

Melhor do que ter contados profissionais é ter amigos. Por juntar pessoas com interesses em comum, não é difícil de achar casos de amigos (e casais!) que surgiram em comunidades.

Eventos

Meetups, eventos, mesas redondas, confraternizações e qualquer outro nome que você queria dar pras reuniões, são comuns para as comunidades mais ativas. Geralmente são organizadas periodicamente, e a melhor parte dos eventos é que eles têm o poder de reunir todas as coisas boas que eu já citei durante o texto. Quer mais algum motivo? 😉

Eu não sei onde você mora e por quais comunidades você pode se interessar, mas eu vou deixar algumas (últimas, prometo) dicas.

  • Vasculhe o Meetup.com – lá você pode encontrar várias comunidades que já existem pertinho de você.
  • Faça uma busca nas redes sociais (facebook, twitter, instagram) – por serem plataformas mais conhecidas, quem sabe o grupo não existe só nesses meios?
  • Se não achou nada do seu interesse, que tal criar uma comunidade? Alguém tem que começar!

Espero, como falei lá em cima, que esse bocado de vantagem tenha acendido uma luzinha em você também.

Nos vemos nos próximos meetups? 😀

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#InternetJusta para os produtores de conteúdo

Imagem: Antoine Brauvillain

Imagem: Antoine Brauvillain

Vamos falar de Internet Justa?

Para quem ainda não sabe direito sobre isso, vamos contextualizar: Recentemente uma grande operadora de internet decidiu mudar sua forma de fornecer internet aos cliente. Da mesma forma que os pacotes de internet móvel, essa operadora quer vender seus pacotes de internet banda larga com franquia de consumo de dados. Isso significa que você terá um limite de uso da internet, e, segundo a própria operadora, quem consome menos pagará menos e quem consome mais pagará mais.

Porém, existem muitas letrinhas miúdas nessa proposta que muita gente não percebe, e que impacta diversos tipos de profissionais, incluindo nós, produtores de conteúdo, que dependemos arduamente da internet para o trabalho.

No nosso caso, a internet é utilizada para coleta de informações, compartilhamento de conteúdo e é o meio onde nossos leitores, inscritos e seguidores conseguem consumir o que produzimos. Ou seja, toda nossa cadeia produtiva é afetada diretamente por essa mudança.

Um exemplo são as pessoas que produzem vídeos para o YouTube. Eles terão problemas para compartilhar seu conteúdo e seus seguidores terão problemas em assistir. Já que a banda de internet será limitada, as pessoas pensarão duas vezes antes de assistir um vídeo em 1080p, ou 4k, e o produtor de conteúdo pensará duas vezes antes de fazer o upload de um vídeo da mesma qualidade.

Nesse mesmo caminho vão os fotógrafos, blogueiros, snapchaters e por aí vai, que utilizam mídias dos mais diversos tipos para oferecer um trabalho de alta qualidade. Ao invés de evoluir, muitos trabalhos terão que regredir para que o seu público possa conseguir ter acesso ao seu conteúdo. É um processo muito ruim para uma época onde a internet lidera a forma como as pessoas consomem conteúdo e informação.

Para ajudar você a entender mais sobre o assunto e como isso impacta o nosso trabalho, vou deixar aqui embaixo 2 conteúdos bem bacanas. Um é o vídeo do Leon e Nilce (do canal Cadê a chave?) onde eles falam sobre o que é essa mudança e porque devemos contestar tudo isso. E o outro é um texto do Jovem Nerd comentando sobre o impacto dessa decisão para os produtores de conteúdo.

E você? O que acha disso tudo? Conta aí nos comentários.

Clique aqui para ler o texto do Jovem Nerd.

Vídeo do canal Cadê a Chave?:

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