DIY: Cubo de Origami

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Aí você está de férias em casa sem muito o que fazer e pensa: por que não adquirir alguns conhecimentos a respeito da arte secular japonesa de dobrar papéis? Pois é, seus pedidos foram atendidos. É exatamente desse feeling super comum que vou falar hoje.

Depois de algumas pesquisas básicas sobre origamis para iniciantes achei esse cubo de diversas cores bem interessante. O mais legal e que não tinha no tutorial é que você pode facilmente criar uma caixinha com ele e aí o céu é o limite para a funcionalidade desses porta trecos.

Vamos aos ingredientes:

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  • Aquele bloco de folhas coloridas que você comprou na sexta série para fazer um trabalho de artes
  • Uma tesoura para cortar papel
  • Uma caneta ou lápis grafite
  • Um pouco de cola

Antes que você comece a achar que eu inventei um novo tipo de arte de dobrar papéis – tendo em vista que os origamis vivem longe das tesouras e cola – saiba que está tudo sobre controle e eu não vou mudar (muito) o modus operandi dos origamis.

Tudo em mãos? Agora vamos começar step by step:

Antes de iniciar de fato a produção, escolha seis cores de folha diferentes e corte em cada uma delas um quadrado. Lembrando que o tamanho do quadrado é proporcional ao tamanho final do nosso cubo de origami. Os quadrados de folha utilizados na imagem possuem 10x10cm.

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  1. Dobre o quadrado ao meio.
  2. Dobre ao meio a primeira metade do quadrado e repita a operação na segunda metade do quadrado. A intenção é que a folha fique igualmente dividida em quatro partes.
  3. Com a folha na sua frente dobre a ponta inferior da sua última divisão e repita a operação virando a folha de cabeça para baixo.
  4. Dobre para dentro as divisões externas da folha junto com suas pontas dobradas no passo anterior.

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  1. Dobre a parte superior direita sobre a superior esquerda formando um triângulo como mostra a imagem.
  2. Para melhor entendimento, vamos chamar a folha superior do triângulo de A1 e a folha inferior de B1. Abra a dobra do A1 e a insira abaixo de B1.
  3. A sua folha deve ficar como a da imagem.
  4. Dobre a parte inferior esquerda sobre a inferior direita formando um losango.

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9 e 10. Vire o losango de cabeça para baixo e faça a mesma operação número 6. Insira a aba superior A2 abaixo

da aba B2.

  1. O seu origami deve ficar como o da imagem.
  2. Dobre as pontas do losango na direção oposta do X que se formou em uma de suas faces.

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  1. Reproduza mais 5 filhinhos coloridos.
  2. Comece a encaixar as pontas das faces nos espaços entre os X que foram formados. Atenção, se as pontas do losango não tiverem sido dobradas na direção correta o encaixe será impossibilitado.
  3. Vá encaixando um a um até que o cubo comece a ganhar forma.
  4. TCHARAM! O seu cubo já deve estar pronto e mais ou menos parecido com este da imagem.

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A dica final é: você pode escolher uma das faces para ser a tampa do seu cubo e com um pouco de cola ir colando as pontas na parte de dentro. Você pode também colar uma das pontas da tampa do cubo-caixinha para ficar com mais cara de caixinha do que de cubo.
E voilà, está pronto o seu origami! Pensei que essa poderia até ser uma daquelas embalagens para presentes que já são um presente por si só.
E aí, curtiu? Para os que forem se aventurar nessa arte, marca o Midiadrops no Instagram ou no Facebook mostrando o seu resultado final! :)

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WhatsApp Web, até que enfim!

WhatsApp_Web

Você já conhece o WhatsApp Web? Sabe como usar? Quer fazer a atualização pra liberar o recurso? Vem comigo que vou dizer tudo sobre ele neste texto.

O WhatsApp lançou no dia 21 de janeiro uma atualização que permite o uso do aplicativo em plataformas desktop e notebook. O buzz em torno do novo recurso é enorme e tem gente que está perdida em relação ao que é e como funciona a nova versão do aplicativo.

O WhatsApp Web é nada mais que um espelhamento do app instalado no seu smartphone, ou seja, é uma extensão que só funciona se o seu celular estiver ligado e conectado à internet. A experiência de uso é muito intuitiva, acessível até mesmo às pessoas menos ligadas em tecnologias. A versão web possui alguns dos recursos básicos da versão mobile, como o envio e recebimento de áudio e imagem. Vídeos podem ser recebidos e baixados, mas não compartilhados nem enviados.

A sincronia entre o smatphone e a versão web é muito rápida, o que surpreendeu muita gente ao iniciar o uso do novo recurso. Vale lembrar que tudo o que for feito em uma versão aparecerá na outra, sendo todos os arquivos armazenados na memória do smartphone.

Nesses dois primeiros dias de uso alguns pontos foram levantados por usuários. Sendo os positivos:

– Facilita o uso comercial do app;

– Agiliza o uso durante o trabalho em desktop ou notebook;

– As conversas ficam todas salvas no smartphone e podem ser acessadas mesmo se o aparelho não estiver conectado à internet;

– Sincronização rápida.

E negativos:

– Não está disponível para os usuários IOS;

– Só pode ser acessado com o celular ligado e conectado à internet.

Por fim, um pequeno tutorial de como conseguir a liberação para o uso do WhatsApp Web:

1 – Acesse https://web.whatsapp.com, onde aparecerá um QRCode que liberará a sincronização das duas versões;

2 – Abra o WhatsApp no seu smartphone, abra o menu opções e toque a opção WhatsApp Web;

3 – Aparecerá um leitor que você deve apontar para o QRCode na tela do seu computador;

Depois disso é só alegria, use e abuse sem ter que parar o que está fazendo no seu pc ou notebook toda hora para olhar o celular.

É importante lembrar que para utilizar a nova versão é necessário fazer uma atualização do app no smartphone. Alguns usuários já receberam essa atualização automaticamente, outros conseguiram atualizar o app manualmente na Play Store e outros que não queriam esperar a liberação da atualização (como eu) foram forçados a desinstalar o app e reinstalar para fazer uso imediato do novo recurso.

Gostou do texto? Já usou o novo recurso? Deixa um comentário ai pra gente. Até mais!

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Fall Out Boy e a busca da inovação na indústria musical

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A banda formada por Patrick Stump, Pete Wentz, Andy Hurley e Joe Trohman, da maravilhosa Chicago, teve o nome escolhido pelo público presente no primeiro show, que é inspirado em um personagem da série “Os Simpsons”. São 3 EPs, 7 álbuns de estúdio e 1 álbum ao vivo para contar a história e mostrar a pegada pop punk que o grupo apresenta há 14 anos. Conhecidos pelos sucessos como “Dance, Dance”, “Thanks for the Memories”, “The Take Over, The Breaks Over”, eles voltaram de um hiato de três anos em 2013 com o disco “Save Rock and Roll”.

O disco pós-hiato, que tinha como missão salvar o rock, teve participações de Elton John, Big Sean, Foxes e Courtney Love. Seu primeiro single “My Songs Know What You Did In the Dark (Light Em Up)” chegou ao 1° lugar no Billboard 100, ganhando certificado de platina triplo. O álbum trouxe polêmica, amadurecimento e uma busca por inovação na indústria musical.

A capa trouxe polêmica com a mensagem de tradição, globalização e toda representação religiosa misturados numa única imagem. A foto foi tirada na Birmânia, país que vem mostrando um aumento na popularidade da música punk por causa da liberdade gradual das restrições governamentais. Os rapazes explicaram na fanpage da banda sobre a escolha e pensamento da arte:

“Quando começamos a jornada de produção desse novo disco, queríamos achar algumas imagens que nos inspirassem. Então tropeçamos na foto do punk e do monge na Internet, e ela realmente representou o que estávamos procurando para esse álbum – a ideia de colisão entre o velho e o novo. Tradição e mudança caminhando juntos. Havia algo surpreendente a respeito. Obviamente essa é uma imagem que significa muito, pra muitas pessoas – sentimos como se quiséssemos fazer parte dessa conversa. Essas crianças representam a juventude, mudança e irreverência com as quais esperamos que as pessoas escutem nosso disco. No fim das contas, queremos apenas pegar as regras e começar tudo de novo com Save Rock and Roll.”

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Capa do disco pós-hiato da banda

O amadurecimento do grupo foi notável a cada faixa, o pop punk foi ganhando mais cara de rock punk com guitarras mais presentes como em “The Phoenix”, “Alone Together” e “Rat a Tat”.

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Em busca de inovar, o grupo mostrou o seu lado criativo de várias formas na divulgação do disco, o site deles, por exemplo, foi um dos primeiros na plataforma do tumblr onde eles escolheram por ser mais intimista com os fãs. Depois deles bandas como Cobra Starships, Panic! At the Disc e The Maine fizeram seus websites na mesma plataforma. Foi também uma das primeiras a liberar, antes do lançamento oficial do disco, streaming grátis pelo canal do Youtube. Não parou por ai, os caras inovaram na forma de trabalhar singles e seus clipes, em vez de optar trabalhar três músicas e lançar a mesma quantidade em clipes, como as bandas normalmente trabalham, eles decidiram trabalhar todas as músicas do álbum e lançar clipe para cada uma delas, desse conjunto nasceu o “Save Rock and Roll: The Young Blood Chronicles”, cada clipe se tornou uma parte de uma crônica criada pela banda que foi postado no youtube e divulgado pelas demais redes sociais do grupo. Cada clipe/episódio era postado a cada 30 dias e no final da história todas as partes ganharam formato DVD em edição limitada para os fãs.

Então, quatro caras que passaram três anos sem gravar um disco voltam ao cenário e busca fazer pequenas coisas que mudam e impressionam quem é acostumado com a mesmice, a inovação da banda começa por algo que vem ganhando cada vez mais força no meio musical, as redes sociais, desde da divulgação da capa até seu lançamento eles usaram somente o poder das redes, procurando uma relação direta com quem escuta eles, os fãs.

Assista “The Young Blood Chronicles”

Após o lançamento do álbum, o grupo relançou o disco junto com uma EP intitulada “PAX AM Days”, que continha oito músicas gravadas em dois dias junto com o compositor Ryan Adams. PAX também teve seu streaming grátis pelo youtube antes do lançamento, junto com clipe da música “Love, Sex, Death”.

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Capa da EP “PAX AM Days”

Nesse ano os caras pretendem também trabalhar diferente seu novo álbum “American Beauty/American Psycho”, que já começou dá o que falar com sua capa. O disco será lançado dia 20 de Janeiro, aguarda que vou falar sobre ele por aqui. =))))

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Capa do novo álbum do grupo, intitulado “American Beauty/American Psycho”

Escuta um pouco dos caras:

Dance, Dance

 

Alone Together

 

Irresistible

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Think first: Não é tendência, é regra!

"Post-it Concept Wall" por Jennifer Morrow. Atribuição BY CC 2.0
"Post-it Concept Wall" por Jennifer Morrow. Atribuição BY CC 2.0

Resolver problemas por “acaso” é uma arte que tem sido desenvolvida e utilizada há anos por designers que viciaram nas tendências que ditam como eles devem fazer o seu próprio trabalho. Escolhem cores, fontes e imagens que acham ter a ver com o projeto no qual estão trabalhando. O problema é que as chances disso dar certo são as mesmas de derrubar um avião atirando pedras.

O fato de não saber o porque de estar tomando uma decisão em um projeto é matar o sentido do design: Resolver problemas reais para pessoas de verdade. O design thinking, por exemplo, foi uma das grandes sacadas dos últimos anos que pode ser traduzido como um legítimo “E aí pessoal vamos fazer nosso trabalho direito?”.

Nem o próprio termo design thinking foge de ser uma tendência, mas diferente de qualquer outra ele só reforça que um projeto não é algo aleatório, tudo deve ser pensado através de inúmeros contextos para garantir a satisfação das pessoas que irão interagir com o que está sendo desenvolvido.

Pensar como um designer pode transformar a maneira que você desenvolve produtos, serviços, processos e até mesmo estratégias — Tim Brown, CEO da maior companhia de inovação do mundo e precursor do design thinking.

Além do processo de design thinking existem outras formas de garantir a qualidade e precisão de um projeto, por enquanto vamos entender apenas sobre o design thinking.

Design Thinking

Pequeno processo dividido em 5 etapas fundamentais que podem ser moldadas de acordo com a necessidade do projeto: Empatia, definição, ideação, protótipo e teste. Talvez agora vocês notem que já fazem isso, mesmo por acaso, afinal somos ensinados a pensar dessa forma para resolver nossos problemas, só nunca havíamos dado um nome a isso.

Explicando melhor cada uma das etapas de forma breve:

Empatia é conhecer o seu público, com quem você está trabalhando e para quem você está projetando. Tente buscar o que eles gostam, fazem, pensam, sentem e, principalmente, quais problemas eles têm.

Definição é estudar todos os problemas que esse público específico tem e escolher apenas um (para começar) que será resolvido com o projeto.

Ideação é uma palavra que, na verdade, foi adaptada e significa “buscar ideias”. Nessa etapa tudo que fazemos é encher a parede (literalmente) de post-its com ideias para resolver o problema escolhido na etapa anterior. Toda e qualquer ideia deve ser anotada.

Protótipo é desenvolver uma versão prévia do projeto de forma simplificada para testar com o público se aquilo realmente atende às necessidades dele e resolve seu problema, afinal esse é o objetivo.

Teste é a última etapa, mas o processo é cíclico, nessa hora finalizamos o projeto e o jogamos no mercado para o público, agora é a hora de aparecer muitos problemas que ainda podem ser resolvidos. Por isso é cíclico, já conhecemos o público e descobrimos novos problemas no projeto, basta ter ideias, testar e atualizar o projeto constantemente para que ele nunca perca relevância.

Um exemplo bastante prático de como isso está em todas as partes de nossas vidas: Você precisa dar um presente para alguém. Então você procura saber o que a pessoa gosta (empatia), escolhe uma dessas coisas (definição), procura pelo presente ideal e então entrega o presente à pessoa (teste).

Nesse exemplo é possível pular a parte de protótipo, bem como em alguns projetos é possível pular alguma das partes do processo, mas lembrem: Nada deve ser feito de forma aleatório. Tendências nem sempre são a solução, se na hora de estudar o público você identificou que comic sans era a melhor fonte para ser usada, então use-a. Não existe certo ou errado. O que é bom para uns não é bom para outros, foque nas pessoas que você está trabalhando.

Outros conceitos úteis

Como citado no começo desse artigo, existem muitas formas de se pensar em um projeto e cada projeto exige uma maneira singular de ser trabalhado, portanto além do processo de design thinking podemos incluir alguns outros métodos de pesquisa, prototipagem e teste. Recomendo que procurem sobre o Golden Circle (Start With Why com Simon Sinek), utilização de “personas” (muito útil na fase de empatia) e o Kano Model, mas esses são assuntos para outros artigos.

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Cartazes “Sinceros” – Oscar 2015

Todo ano depois de sair a lista de indicados para o Oscar aparecem os cartazes sinceros, descrevendo o filme como eles realmente são. Esse ano não foi diferente. O Site Inglês The Shiznit fez as parodias!

Confira abaixo os pôsteres… Só tenha cuidado com os Spoilers.

A Teoria de Tudo

a-teoria-de-tudo

Birdman

Birdman

Boyhood

boyhood

Foxcatcher

Foxcatcher

Garota Exemplar

Gone-girl

Interstelar

interstellar

O Abutre

Abutre

O Grande Hotel Budapeste

grand-budapest

O Jogo da Imitação

O-jogo-d-imitação

Selma

Selma

Sniper Americano

Sniper-americano

Whiplash

whiplash

 

Os pôsteres só me deixaram mais ansioso para o Oscar dia 22 de Fevereiro. O que vocês acharam?

PS: Fiquem ligados que a Equipe do Mídia Drops vai fazer suas apostas para a premiação esse ano.

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Confraria #01

Na última quarta feira (14/01) rolou a primeira edição da Confraria, festa com a participação de blogueiros da cidade, que contou com a presença do MidiaDrops.

CONFRARIA#01

A Confraria#01 aconteceu no Café Empório, um dos lugares mais lindos e badalados da cidade. Além do MD, rolou discotecagem com Felipe Matheus, do blog Atividade FM (responsável pela festa) e com Thales Balbino da Sem Réis, que também tem uma loja de camisetas lindas.

O repertório da noite ficou bem variado – fomos de indie rock, hip-hop, música eletrônica e pop! Trouxe para vocês animarem a semana uma playlist com as músicas da minha discotecagem… Esperem muito pop e algumas músicas antigas que eu aposto que vocês gostam de dançar!

Espero todos vocês na próxima! Tenham uma ótima semana.

 

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2014 acabou mas os Eventos Fake no Facebook não!

Claro que você lembra que ano passado rolou uma onda de eventos fakes no Facebook. Com uns muito divertidos e alguns até reflexivos, por algumas semanas as confirmações tomaram conta do feed de notícias, e é quase certo que você confirmou presença em vários.

Como a zueira never ends resolveram voltar com a produção de novos eventos falsos. Listamos aqui os 10 melhores para você não perder essa nova leva de eventos:

 

 

Agora um evento extra… E na verdade o mais importante de todos:

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Evento Para Desviciar Viciados em Eventos Fakes Do Face

O que acharam da lista? Que evento você adicionaria?!

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A Magia do Vale do Rio Omo

O Vale localiza-se em um território às margens e nas montanhas do rio Omo, no sul remoto da Etiópia, onde há séculos vivem tribos que preservam os costumes e os comportamentos das raízes da África primitiva e, por isso, por muito tempo, sua cultura permaneceu intocável. Porém, essa população vem sendo cruelmente agredida e invadida por turistas e missionários, e pela construção de uma grande hidroelétrica, que irá alagar toda área povoada pelas tribos.

Um lugar de cultura mística, onde magias e rituais estão presentes, assim como a forma que esse povo encontrou para se enfeitar e se autoexpressar, pintando seu próprio corpo. Em poucos minutos e com uma precisão impressionante, das pernas à cabeça, eles se encontram completamente cobertos por um tipo de tinta artesanal, apenas usando as pontas dos seus dedos. Nunca uma pintura é igual a outra, eles não possuem técnica alguma, é uma espécie de arte pura que é feita de acordo com a intuição.

Foto de Hans Silvester.

Foto de Hans Silvester.

É uma arte ancestral praticada por todos os membros das tribos: homes, mulheres, crianças, jovens e idosos. Sua principal fonte de inspiração é a natureza, a pintura faz com que eles se sintam parte dela.

Tribo03

Com a inundação da margem, as tribos teriam que se deslocar para regiões próximas e desenvolver um novo meio de agricultura, cultivo e plantio, tendo em vista que desde seus primeiros habitantes eles utilizam o rio como fonte principal no auxílio de suas plantações e cuidado do rebanho.

tribo03

Segundo análise de estudiosos do ocidente, estes consideraram-os como gênios da arte, comparando os traços pintados em suas peles, aos traços das telas de Pablo Picasso e Joan Miró.

Além da perda material, de suas casas e de seus rebanhos, há a preocupação da perda cultural desse povo, que a cada dia vai sendo perdida pelas imposições do governo da Etiópia. O povo tribal continua lutando para que alguém escute seu chamado de socorro.

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Capital Cities, o indie pop envolvente e energético

Capita-Cities-Flickr
No dia-a-dia não pode faltar música boa, e por adorar descobrir bandas novas, a vez foi do Capital Cities.

A banda é formada pela dupla Ryan Merchant e Sebu Simonian, que se conheceram em Los Angeles através de anúncios de jornais para escrever jingles para várias empresas, foi quando decidiram fazer a banda.

Eles trazem um indie pop dançante há 7 anos e conta apenas com um álbum, o “In a Tidal Wave of Mystery”, lançado em 2013. O primeiro single do álbum é a dançante “Safe and Sound”, que chegou ao topo do hit-top 10 das rádios americanas, a música também deu o título do disco. Uma curiosidade é a sua capa, que além de ser diferente, foi produzida pelo artista brasileiro João Lauro Fonte.

Capital-Cities Primeiro álbum da banda, o “In a Tidal Wave of Mystery”

Porque vale a pena? Eles tem uma pegada dance anos 80 de excelente qualidade, que faz querer sair dançando. Merecem o play: Safe and Sound, Patience Gets Us Nowhere Fast e Farrah Fawcett Hair.

E ai, coloca para tocar?

Safe and Sound

 

Patience Gets Us Nowhere Fast

 

Farrah Fawcett Hair

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Alice in Waterland

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis
Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Fotógrafa captura cenas mágicas de “Alice no País das Maravilhas” dentro d’água!

Tranquilidade, magia e leveza são o que transmitem as fotos de Elena Kalis. Nascida na Rússia, foi morar nas Bahamas, onde começou a fazer ensaios fotográficos subaquáticos. Nas fotos ela procura capturar os movimentos e a fluidez que se tem debaixo d’água, assim trazendo o sentimento de fantasia e sonho.

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Para suas fotos ela usa uma câmera Canon 5D Mark II, uma lente Canon 24-28mm, uma caixa ikelite e luz natural. Seu projeto mais conhecido é Alice in Waterland (Alice no País das Maravilhas de Lewis Carrol) em que sua filha de 12 anos faz o papel de Alice. As fotos são realmente incríveis e nos fazem imergir em um mundo de fantasia.

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Elena passou a fotografar depois de se mudar para as Bahamas. No oceano ela encontrou a inspiração para suas obras e de forma poética a transmitiu em suas fotos. Inicialmente, suas modelos eram da sua família e amigos. Com o reconhecimento cada vez maior de seu trabalho, hoje ela é muito mais procurada.

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Apesar da fama, a modelo preferida de Elena Kalis continua sendo sua filha. Desde pequena ela possui uma afinidade com o mar, estimulada por sua mãe que a ensinou a nadar desde cedo. Sua leveza dentro d’água dá um toque mágico aos ensaios fotográficos.

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Ensaio fotográfico Alice in Waterland de Elena Kalis

Uma inspiração para quem já é ou está começando a carreira na fotografia. Com um ponto de vista diferente e belíssimo que Elena Kalis encontrou no mar e com seus conhecimentos em artes, ela nos apresenta esse mundo mágico pelas suas fotos.

 

Você pode conferir mais projetos de Elena em seu site elenakalisphoto.com.

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